Em laboratórios analíticos e de controle de qualidade, a precisão dos resultados é diretamente proporcional à pureza dos insumos utilizados. Um dos maiores inimigos da técnica de HPLC (Cromatografia Líquida de Alta Eficiência) e da Espectrofotometria são as micropartículas em suspensão e os gases dissolvidos, que podem causar danos irreversíveis ao hardware e ruídos analíticos inaceitáveis. A Biosystems, atuando na curadoria de tecnologias analíticas desde 1990, enfatiza que a filtração primária é o investimento com maior retorno na vida útil do seu patrimônio instrumental.
A Primeira Linha de Defesa do seu HPLC
A fase móvel é o "combustível" do sistema cromatográfico. Se não for devidamente filtrada, partículas microscópicas podem entupir as válvulas de retenção das bombas, riscar os pistões de safira e, no pior cenário, destruir irreversivelmente as colunas analíticas. Os sistemas de filtração a vácuo SFV-1-300 e SFV-1-500 da Filterlab são projetados para garantir que apenas solventes puríssimos cheguem ao seu equipamento, eliminando contaminantes sólidos superiores a 0,22 ou 0,45 microns.
Além da remoção de partículas, a aplicação de pressão negativa auxilia no degassing (desgaseificação) do solvente, prevenindo a formação de bolhas de ar no detector. Para entender como escolher a fonte de vácuo ideal para evitar contaminações por vapores de óleo, consulte nosso guia completo sobre bombas de vácuo laboratoriais.
Diferenciais do Vidro Borossilicato e Membranas Específicas
Diferente de sistemas de plástico que podem sofrer lixiviação (liberação de impurezas orgânicas) ao entrar em contato com solventes orgânicos agressivos, os sistemas Filterlab são construídos em Vidro Borossilicato 3.3. Isso garante inércia química total e estabilidade térmica até 200°C, permitindo processos de esterilização via autoclave.
- Compatibilidade Universal: Suporte para membranas de 47 a 50 mm em materiais como PVDF, PES ou PTFE, adaptando-se a solventes polares e apolares.
- Controle de Fluxo: A uniformidade do vácuo evita o rompimento da membrana. Em processos que exigem controle absoluto de pressão, a automação e controle digital de vácuo pode ser aplicada para otimizar o tempo de filtração.
Interligando Processos: Da Filtração à Detecção
Garantir a ausência de partículas não protege apenas o hardware; melhora criticamente a qualidade do sinal óptico. Para laboratórios que utilizam leitoras multimodo de alta precisão, como a Synergy H1 ou a Epoch, a filtração prévia de tampões é essencial para eliminar a dispersão de luz causada por micropartículas.
Após a preparação da fase móvel, é comum que as amostras passem por processos de Extração em Fase Sólida (SPE) antes da injeção, fechando um ciclo de purificação que protege a integridade dos dados cromatográficos.
Segurança Analítica para seu Patrimônio
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