Na biologia molecular de alta performance, a quantificação de ácidos nucleicos (DNA/RNA) e proteínas é o ponto determinante para o sucesso de técnicas subsequentes como NGS (Sequenciamento de Nova Geração), qPCR e clonagem. A Biosystems, atuando como curadora de tecnologias analíticas no Brasil desde 1990, compreende que a precisão nesta etapa assegura que a amostra esteja livre de contaminantes que possam inibir reações enzimáticas críticas.
1. Espectrofotometria UV-Vis vs. Fluorometria
A escolha do método depende da sensibilidade exigida. Laboratórios modernos utilizam ambas as tecnologias de forma complementar:
- Espectrofotometria (Absorbância UV): Ideal para avaliar a pureza da amostra através das razões A260/A280, detectando contaminações por fenóis ou solventes.
- Fluorometria (Ensaios de Fluorescência): Utiliza fluorocromos seletivos. É o método mandatário para amostras raras ou altamente diluídas, pois não sofre interferência de nucleotídeos livres.
2. Automação e Microvolumes com Agilent BioTek
Para laboratórios de alta rotina, a utilização de leitoras de microplacas multimodais da Agilent BioTek permite quantificar dezenas de amostras utilizando apenas 2µL de material. Essa instrumentação de ponta integra absorbância e fluorescência em uma única plataforma, corrigindo automaticamente o caminho óptico e eliminando variações de pipetagem.
Rigor no Preparo: A precisão na quantificação é indissociável da manipulação volumétrica. Em protocolos de biologia molecular, o uso de micropipetas eletrônicas com motor de passo assegura que a velocidade de aspiração seja constante, eliminando a formação de aerossóis e garantindo a reprodutibilidade dos resultados antes da leitura.
Nota Técnica: Se a sua necessidade envolve mobilidade ou análises individuais rápidas fora da rotina de microplacas, conheça também o Fluorímetro Portátil TQ01-X2, uma solução compacta para quantificação seletiva.
3. Integridade da Amostra: O Papel da Água Ultrapura
De nada adianta uma instrumentação de alta precisão se a amostra for degradada por contaminantes biológicos no solvente. A presença de DNases e RNases na água utilizada para diluição pode comprometer a integridade do material genético antes mesmo da leitura. Para aplicações críticas, é mandatório o uso de água Tipo I (Ultrapura) com resistividade de 18,2 MΩ.cm.
Para entender os requisitos biológicos e químicos desta aplicação, recomendamos o nosso Guia Definitivo de Pureza da Água. Além disso, a manutenção rigorosa das lâmpadas UV e ultrafiltros do seu purificador é o que assegura um TOC baixo, princípio de conservação que também detalhamos em nosso guia técnico de manutenção de instrumentos laboratoriais.
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